Mostra celebra a trajetória de Alexandre Rapoport com cerca de 40 obras e propõe uma leitura sensorial entre música, movimento, formas e cores
A exposição “A Música de Rapoport: Harmonia dos Traços”, em cartaz no Centro Cultural Correios RJ, realiza duas visitas guiadas com a curadora Beatriz Rapoport nos dias 5 e 27 de junho, das 16h às 17h. A atividade oferece ao público a oportunidade de conhecer com maior profundidade o universo criativo do artista plástico Alexandre Rapoport, cuja produção atravessou mais de sete décadas e construiu uma linguagem marcada pela força das formas, pela intensidade cromática e por uma relação poética entre arte, música e movimento.
Com cerca de 40 trabalhos, entre gravuras, desenhos, técnicas mistas, pinturas e esculturas, a mostra apresenta um recorte expressivo da trajetória do artista, falecido em 2020, e reafirma a atualidade de sua obra no contexto da arte contemporânea. A exposição fica aberta à visitação até 27 de junho de 2026, com entrada gratuita, censura livre e acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.
O eixo conceitual da mostra parte da ação invisível da música sobre o corpo, o movimento e o espaço. Em cada obra, a sonoridade é traduzida em linhas, formas, volumes e cores, permitindo que o som ganhe presença visual. Figuras compostas por volumes inflados, mãos e faces multiplicadas criam campos de energia nos quais ritmo, repetição e ressonância assumem dimensão plástica.
A exposição foi anunciada pelo Centro Cultural Correios Rio de Janeiro como uma mostra dedicada à trajetória de Alexandre Rapoport, destacando a relação entre som e imagem e a presença de obras que evidenciam a aproximação do artista com questões da arte contemporânea. (Correios – Sala de Imprensa –)
Visitas guiadas aproximam público do processo criativo de Rapoport
As visitas guiadas com Beatriz Rapoport são um dos momentos especiais da programação. Ao conduzir o público pelo percurso da exposição, a curadora apresenta não apenas as obras, mas também as camadas afetivas, históricas e formais que estruturam a produção do artista.
A atividade permite observar como a música aparece na obra de Rapoport não como ilustração literal, mas como força compositiva. Ritmo, pausa, repetição, vibração e movimento atravessam desenhos, pinturas, gravuras e esculturas, criando uma espécie de partitura visual.
Para o visitante, a visita guiada amplia a leitura das obras e aproxima a exposição de uma experiência mais sensorial. O olhar é convidado a perceber como os traços sugerem som, como os volumes parecem se movimentar e como as figuras se organizam em uma cadência própria.
As visitas acontecem nos dias 5 e 27 de junho, das 16h às 17h, com agendamento pelo WhatsApp informado pela produção. A atividade é gratuita e integra a proposta de ampliar o acesso do público à obra de Alexandre Rapoport.
A música como ponto de partida para a imagem
Em “A Música de Rapoport: Harmonia dos Traços”, o som é tratado como elemento invisível capaz de organizar o espaço visual. A mostra propõe que a música seja percebida não apenas pelo ouvido, mas também pelo corpo e pelo olhar.
Essa relação aparece em obras nas quais linhas se expandem como vibrações, formas sugerem movimento e personagens parecem habitar uma espécie de coreografia interna. A presença de mãos, rostos e corpos multiplicados reforça a ideia de ressonância, como se cada figura estivesse atravessada por uma frequência própria.
O resultado é uma produção que transforma a experiência musical em linguagem plástica. A sonoridade se torna cor, o ritmo se torna forma e o movimento se torna desenho. Essa operação aproxima Rapoport de questões contemporâneas da arte, especialmente aquelas que investigam a relação entre sentidos, corpo, percepção e imagem.
Uma linguagem marcada por cor, volume e poesia
A produção de Alexandre Rapoport se destaca pela construção de uma linguagem própria. Suas obras combinam força formal, intensidade cromática, geometria suavizada e uma dimensão lúdica que transforma o cotidiano em imagem poética.
A geometria aparece em sua obra sem rigidez. As formas são organizadas com estrutura, mas preservam leveza, humor e movimento. Desse equilíbrio nasce uma visão luminosa e otimista do mundo, capaz de transformar diferentes fases de sua trajetória em uma espécie de sonata visual.
O Centro Cultural Correios destacou que o público poderá conhecer um conjunto inédito de obras do artista brasileiro Alexandre Rapoport, com trabalhos que evidenciam a relação entre som e imagem. (Correios – Sala de Imprensa –) Já publicações culturais sobre a exposição registram a presença de cerca de 40 obras, incluindo gravuras, desenhos, técnicas mistas, pinturas e esculturas, reforçando o caráter plural da mostra. (ArteCult)
Alexandre Rapoport e a atualidade de sua obra
Alexandre Rapoport nasceu em 1929 e faleceu em 2020. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu uma obra ampla, marcada por experimentação, diversidade de técnicas e uma linguagem visual reconhecível.
Pintor, arquiteto, desenhista e gravador, Rapoport iniciou sua relação com a pintura ainda durante a formação em Arquitetura, segundo registros de galerias que documentam sua trajetória. (Galeria Andre) Sua obra combina observação, imaginação e construção formal, atravessando temas ligados à cultura, ao corpo, à música, ao movimento e à vida urbana.
A exposição no Centro Cultural Correios RJ reafirma a atualidade desse percurso ao apresentar obras que dialogam com debates contemporâneos sobre percepção, sinestesia e relações entre linguagens artísticas. A mostra não trata a trajetória de Rapoport apenas como memória, mas como produção viva, capaz de continuar provocando leituras e sensações no presente.
Centro Cultural Correios recebe mostra até 27 de junho
“A Música de Rapoport: Harmonia dos Traços” está em cartaz no Centro Cultural Correios RJ, localizado na Rua Visconde de Itaboraí, nº 20, no Centro do Rio de Janeiro. A visitação segue até 27 de junho de 2026, de terça a sábado, das 12h às 19h, com entrada gratuita.
A exposição ocupa o segundo andar do espaço cultural e tem produção e curadoria de Beatriz Rapoport. A mostra é livre para todos os públicos e conta com acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.
O Centro Cultural Correios tem se consolidado como um dos equipamentos culturais importantes do Centro do Rio, com programação voltada às artes visuais, memória, literatura e diferentes linguagens contemporâneas. A presença da mostra de Rapoport reforça esse papel ao oferecer ao público uma exposição gratuita dedicada a um artista de trajetória extensa e linguagem singular.
Arte, memória e experiência sensorial
A proposta da exposição também dialoga com a ideia de memória artística. Ao reunir obras de diferentes técnicas e fases, a mostra permite observar a continuidade de um pensamento visual construído ao longo do tempo.
O visitante encontra um artista interessado em transformar sensações em imagem. A música funciona como eixo, mas também como metáfora para a própria construção da obra: traços que se repetem, formas que vibram, cores que ressoam e volumes que parecem ocupar o espaço como notas em movimento.
Essa dimensão sensorial torna a exposição acessível a diferentes públicos. Mesmo quem não conhece a trajetória de Rapoport pode entrar na mostra a partir do impacto visual das obras. Já os visitantes familiarizados com sua produção encontram uma oportunidade de revisitar temas e procedimentos que marcaram sua linguagem.
Visitas guiadas reforçam acesso à arte
As visitas guiadas com a curadora Beatriz Rapoport são uma forma de ampliar o diálogo entre obra e público. A mediação cultural permite que a exposição seja vivida de maneira mais aprofundada, oferecendo contexto, leitura crítica e aproximação com o processo criativo do artista.
Em exposições de artes visuais, esse tipo de atividade tem papel fundamental. A curadoria ajuda a revelar escolhas, relações entre obras, referências conceituais e caminhos de interpretação que nem sempre são percebidos em uma visita espontânea.
No caso de “A Música de Rapoport”, a presença da curadora também fortalece o vínculo entre memória, afeto e pesquisa. A exposição celebra um artista cuja obra permanece em diálogo com o presente, e as visitas guiadas criam uma ponte direta entre essa trajetória e o público.
Mostra transforma som em imagem
O título “A Música de Rapoport: Harmonia dos Traços” resume a força conceitual da exposição. A música aparece como princípio organizador de uma obra que se move entre linhas, volumes, gestos, cores e repetições.
As figuras de Rapoport, muitas vezes marcadas por volumes inflados e faces multiplicadas, não parecem estáticas. Elas sugerem vibração, deslocamento e energia. O olhar acompanha essas estruturas como quem acompanha uma melodia visual.
Essa capacidade de transformar som em imagem é um dos aspectos mais interessantes da mostra. A exposição convida o visitante a perceber a arte como experiência entre sentidos, em que ver também pode ser uma forma de escutar.
Uma oportunidade gratuita no Centro do Rio
Com entrada gratuita e localização de fácil acesso, a exposição oferece uma oportunidade importante para quem circula pelo Centro do Rio de Janeiro. O espaço pode ser acessado por metrô, ônibus, barcas, VLT e trem, facilitando a visita de públicos de diferentes regiões.
Para quem deseja participar das visitas guiadas, o agendamento deve ser feito pelo WhatsApp da produção. As atividades acontecem em dois momentos: 5 de junho e 27 de junho, sempre das 16h às 17h.
A combinação entre exposição gratuita, mediação com a curadora e acessibilidade amplia o alcance da mostra e fortalece o papel do Centro Cultural Correios como espaço de democratização da arte.
Rapoport em uma eterna sonata visual
“A Música de Rapoport: Harmonia dos Traços” apresenta ao público uma obra que atravessa tempo, técnicas e linguagens. Ao reunir cerca de 40 trabalhos, a exposição evidencia a força de Alexandre Rapoport como artista capaz de criar uma gramática visual própria, marcada por ritmo, cor, volume e poesia.
As visitas guiadas com Beatriz Rapoport acrescentam uma camada especial à experiência, permitindo que o público compreenda melhor o percurso do artista e a relação entre música, corpo e imagem que orienta a mostra.
Em cartaz até 27 de junho, no Centro Cultural Correios RJ, a exposição reafirma a atualidade de uma produção que transforma sons invisíveis em presença plástica. Rapoport segue vivo nos traços, nas formas e na harmonia que sua obra continua a provocar.
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Serviço
Exposição: A Música de Rapoport: Harmonia dos Traços
Artista: Alexandre Rapoport
Produção e curadoria: Beatriz Rapoport
Local: Centro Cultural Correios RJ
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, nº 20, 2º andar, Centro, Rio de Janeiro, RJ
Visitação: até 27 de junho de 2026
Horário: terça a sábado, das 12h às 19h
Entrada: gratuita
Classificação: livre
Acessibilidade: espaço com acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida
Informações: Atelier.rapoport@gmail.com
Assessoria de imprensa: Paula Ramagem
Visitas guiadas com a curadora
Datas: 5 de junho de 2026 e 27 de junho de 2026
Horário: das 16h às 17h
Curadora: Beatriz Rapoport
Agendamento: WhatsApp 21 99227-9788
Entrada: gratuita
Acessibilidade: sim
Como chegar
Metrô: descer na estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega
Ônibus: saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, Praça XV ou Candelária
Barcas: Terminal Praça XV
VLT: saltar na Avenida Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV
Trem: saltar na estação Central e pegar VLT até a Avenida Rio Branco/Uruguaiana

