Morte em academia durante aula de natação escancara risco químico em piscinas de uso coletivo e levanta alerta nacional

A morte de uma mulher e a internação de outras pessoas após uma aula de natação em uma academia da Zona Leste de São Paulo, amplamente noticiada por veículos como G1, CNN Brasil e Metrópoles, expõem um risco grave e ainda subestimado no Brasil: o uso inadequado de produtos químicos em piscinas de academias, clubes e escolas de natação.

Segundo as informações preliminares divulgadas pela imprensa e pelas autoridades, vítimas relataram forte cheiro de cloro, ardência e dificuldade respiratória durante a atividade. A principal linha de investigação aponta para mistura incorreta de produtos químicos, aplicada em ambiente fechado, o que pode gerar liberação de gás cloro, altamente tóxico quando inalado.

Para Ellias Mendes, consultor técnico em tratamento e segurança de piscinas de uso coletivo, o caso não pode ser tratado como fatalidade:

“Isso não é acidente. É consequência direta de falha técnica, ausência de protocolos e negligência com normas. Piscinas em academias são ambientes de risco químico real quando operadas sem responsabilidade técnica.”

Com mais de duas décadas de atuação no setor, Ellias alerta que academias e escolas de natação lidam com pessoas em esforço físico, o que potencializa drasticamente os efeitos da inalação de gases tóxicos.

“Durante atividade física, a frequência respiratória aumenta. A exposição ao gás cloro nesse contexto é extremamente perigosa. Esse risco é conhecido, documentado e evitável. A norma existe exatamente para impedir esse tipo de tragédia”, reforça.

O especialista destaca que piscinas de uso coletivo não podem ser tratadas como piscinas residenciais e exigem:
• protocolos técnicos rígidos,
• profissionais capacitados,
• procedimentos operacionais padronizados,
• ventilação adequada,
• e responsabilidade técnica formal.

Ellias Mendes alerta que situações semelhantes podem estar ocorrendo silenciosamente em outras academias do país e defende que o episódio sirva como marco para revisão urgente das práticas de operação e fiscalização de piscinas coletivas no Brasil.

Diante da repercussão nacional do caso, o consultor se coloca à disposição da imprensa para entrevistas, análises técnicas e esclarecimentos, com foco em prevenção, segurança, responsabilidade e cumprimento das normas, evitando que novas vidas sejam colocadas em risco.

Ellias Mendes
Consultor em Tratamento e Segurança de Piscinas de Uso Coletivo
📞 85 99271562
📧 eliasmathiasm@hotmail.com
📍 Fortaleza – CE | Atendimento nacional

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