A repercussão sobre o visual da cantora reacende o debate sobre os procedimentos de harmonização facial
No último fim de semana, as redes sociais foram bastante movimentadas com fotos recentes da cantora Anitta, que despertaram comentários sobre supostas mudanças em seu rosto. A polêmica trouxe à tona um tema cada vez mais presente no consultório de dermatologistas e profissionais de estética: a harmonização facial — e seus limites.
De acordo com a Dra. Camilla Campelo, especialista em rejuvenescimento, a harmonização não é uma “plástica mágica” para mudar completamente as feições. “Ela serve para realçar a harmonia facial, corrigir assimetrias leves e melhorar o contorno de forma planejada e sutil”, explica.
A banalização dos procedimentos, o modismo e a busca por resultados imediatos têm gerado exageros, resultados artificiais e até riscos para a saúde.
A harmonização facial pode incluir preenchedores, bioestimuladores de colágeno e toxina botulínica, combinados para resultados equilibrados. Mas cada rosto pede um plano individual, e profissionais sérios prezam pela segurança e naturalidade.
“Os pacientes devem fugir de padrões ou buscar mudar completamente o rosto. O objetivo deve ser apenas investir em procedimentos que reforcem o rejuvenescimento e valorizar as características já existentes no rosto com responsabilidade, para evitar arrependimentos ou até futuros procedimentos de reversão”, reforça Camila Campelo.
